Casa Revista de moda Obra de arte círculo social Transação imobiliária Notícias atuais MAIS

Frente Comum acusa Governo de "manter política de baixos salários"

2024-10-20 HaiPress

"A única coisa com que o Governo se compromete nesta fase é manter uma política de baixos salários na Administração Pública,sem quaisquer valorizações para nenhum trabalhador que permita fazer face ao poder compra" perdido,afirmou o coordenador da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum),Sebastião Santana,à saída da reunião com a secretária de Estado da Administração Pública,Marisa Garrido,em Lisboa.

 

Sebastião Santana acusa ainda o executivo de "continuar" uma política de "empobrecimento" e,tal como a Fesap e o STE,sublinha que a proposta de atualização geral de salários na função pública para 2025 "nem sequer faz face à [estimativa de] inflação" para o próximo ano.

O Governo propõe avançar com um aumento de,pelo menos,55,26 euros (o equivalente a um nível remuneratório da Tabela Remuneratória Única) para ordenados até 1.754 euros ou um mínimo de 2,1% para ordenados superiores em 2025 e 2026,isto é,ligeiramente abaixo da previsão de inflação para o próximo ano (2,3%).

Já para 2027 e 2028,o Governo propõe um aumento de,57,89 euros para ordenados até 1.754 euros ou um mínimo de 2,2% para ordenados superiores.

O coordenador da Frente Comum critica ainda que o Governo tenha avançado com uma proposta que "altera casas decimais" face ao acordo atualmente em vigor (e que vigora até 2026),assinado pelo anterior executivo e que prevê aumentos de cerca de 52 euros para vencimentos brutos mensais de até 1.754 euros e de 2% para ordenados superiores.

Por outro lado,critica ainda o Governo por não mexer "uma vírgula" no que diz respeito ao subsídio de alimentação "nem qualquer outro suplemento remuneratório". "Isto não é exatamente uma negociação",acrescenta Sebastião Santana.

De recordar que a Frente Comum,afeta à CGTP,exige aumentos salariais de,15%,com um mínimo de 150 euros por trabalhador,a partir de janeiro de 2025,e que o subsídio de alimentação seja aumentado para 10,50 euros.

A Frente Comum adianta ainda que vai analisar "com muita calma" a proposta do Governo,mas avisa que "nunca assinou um acordo que empobrecesse ninguém". "Não parece que vai ser desta vez",indicou o coordenador desta federação de sindicatos.

E antecipa,que face a esta proposta,"milhares de trabalhadores" vão estar presentes na manifestação nacional convocada pela Frente Comum para dia 25 de outubro,em Lisboa,tendo já sido "agendados pré-avisos de greve em vários setores".

Declaração: Este artigo é reproduzido em outras mídias. O objetivo da reimpressão é transmitir mais informações. Isso não significa que este site concorda com suas opiniões e é responsável por sua autenticidade, e não tem nenhuma responsabilidade legal. Todos os recursos deste site são coletados na Internet. O objetivo do compartilhamento é apenas para o aprendizado e a referência de todos. Se houver violação de direitos autorais ou propriedade intelectual, deixe uma mensagem.

Mais recentes

Alunos de ensino médio criam sistema de IA para detectar balões de São João

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 3,5 milhões nesta terça-feira

TSE analisa decisão de Nunes Marques que alegou 'indução de entrevistados' e suspendeu pesquisa após pedido de Flávio Bolsonaro

Política migratória dos EUA impõe obstáculo inédito a jogadores, árbitros e comissões técnicas na Copa do Mundo 2026

Veja como desentupir o chuveiro para restaurar a pressão da água com uma receita caseira

Checar o celular assim que acorda indica traços de personalidade e hábito pode impactar o cérebro; entenda

© Direito autoral 2009-2020 Capital Diário de Lisboa    Contate-nos  SiteMap