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Ao STF, defesa de Macário Júdice nega vazamento de operação contra TH Jóias e diz que acusação é um 'crime impossível'

2026-04-15 HaiPress

O desembargador Macário Ramos Júdice Neto — Foto: Anna Bustamante / Agência O Globo

RESUMO

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GERADO EM: 14/04/2026 - 01:11

Defesa de desembargador nega vazamento e fala em "crime impossível" ao STF

A defesa do desembargador federal Macário Júdice nega vazamento de informações sobre a operação policial contra o ex-deputado TH Jóias,alegando "crime impossível" ao STF. Júdice,acusado de alertar Rodrigo Bacellar sobre a ação,contesta evidências da PF,que sugerem um encontro entre ambos antes da operação. A defesa destaca a cronologia e testemunhos para sustentar a inocência do magistrado.

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A defesa do desembargador federal Macário Júdice Neto protocolou a defesa do magistrado no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é acusado de vazar uma operação policial contra o ex-deputado estadual Tiego Raimundo,o TH Jóias,ao ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) Rodrigo Bacellar (União). Na ação,os advogados de Macário negam qualquer vazamento e ainda defendem que ele é acusado de cometer um crime impossível.

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O desembargador é apontado pela Polícia Federal como o responsável por ter avisado a Rodrigo Bacellar em setembro passado que haveria uma operação contra o então deputado estadual TH Jóias,acusado de ser um braço político do Comando Vermelho. Macário era o relator da ação no Tribunal Regional Federal (TRF) e assinou os mandados de prisão daquela operação.

Segundo os investigadores,ao ser avisado pelo magistrado,Bacellar repassou a informação ao colega parlamentar,que tentou esconder e se livrar de provas. Em depoimento à Polícia Federal,segundo os investigadores,o parlamentar admitiu ter feito o alerta sobre a ação policial. Para os procuradores,essa conduta teria contribuído para dificultar a coleta de provas no caso.


A principal tese de defesa de Macário Júdice é que ele não poderia ter cometido o crime de vazamento,o que eles chamam de “crime impossível”. Em dezembro,na segunda fase da Operação Unha e Carne,que prendeu o magistrado,a PF embasou o pedido de prisão em mensagens encontradas no telefone de Bacellar na véspera da operação contra TH Jóias. Nelas,o ex-presidente da Alerj conversa com seu chefe de gabinete Rui Bulhões e diz que estava por volta das 22h numa churrascaria da Zona Sul do Rio com Macário Júdice.


No entanto,a defesa do magistrado aponta que a própria Polícia Federal concluiu que o jantar não aconteceu. No relatório que indicou Júdice e Bacellar,os investigadores mostram que as antenas de celular dos dois não estiveram no estabelecimento naquela noite. Macário estava em outro restaurante,em Ipanema,num jantar com amigos.


A PF conclui,no entanto,que ele teria se ausentado do restaurante e se encontrado com Bacellar num local desconhecido e sem os celulares. Uma das hipóteses do relatório,baseadas no tempo de deslocamento,é que o motorista não deixou Macário em casa naquela noite. No entanto,um dos advogados que esteve no jantar da Barra da Tijuca disse em depoimento que o desembargador não saiu do local. A defesa sustenta que todos os oito participantes do encontro confirmaram a versão,mas que somente três foram ouvidos na investigação.


Outro ponto em que os advogados se debruçam é que,ao saber da operação contra si,TH Jóias começou a esvaziar sua casa na Barra da Tijuca ainda pela tarde,horas antes do encontro que a PF aponta ter ocorrido entre Macário e Bacellar. Para a defesa,a linha do tempo leva à conclusão de que seria um crime impossível de ter acontecido.


Em março,a Procuradoria Geral da República denunciou Bacellar,Macário,TH Jóias e outros acusados de vazarem e facilitarem o compartilhamento da operação contra o Comando Vermelho. O ministro relator Alexandre de Moraes pediu que os acusados se manifestassem antes de decidir se os torna réus.


O desembargador está preso desde o início de dezembro de 2025. Já Bacellar voltou a ser preso após ter o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral no caso Ceperj,em março. Ele tinha sido solto por decisão da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj),mas Moraes entendeu que o benefício concedido pelos deputados perdeu validade com a cassação. Bacellar nega os crimes.

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